Mais de 1 mil pessoas participam da Marcha da Maconha do Recife, que saiu da Rua da Moeda na tarde deste domingo, no Bairro do Recife. A Polícia Militar acompanha a passeata, mas sem conflitos. tudo ocorre com tranquilidade. Os manifestantes usam um carro de som e enotam gritos de guerra com frases como "Com muito orgulho, sou maconheiro, com muito amor". Na concentração, havia menos de 200 pessoas, mas o número aumentou ao longo do percurso.
Em frente à Assembleia Legislativa, a Frente Parlamentar em Defesa da Família também organizou uma manifestação, com a participação de deputados como o pastor Cleiton Collins, que tentou proibir a Marcha da Maconha. Cerca de 300 pessoas estiveram na concentração, onde havia um trio elétrico. O número cresceu e já ultrapassa 1 mil pessoas. "Nossa intenção não é confrontar, apenas mobilizar as pessoas e conscientizá-las quanto ao melhor caminho”, afirmou, durante a semana, o deputado Adalto Santos.
Fonte: Pernambuco
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Marcha da Maconha reúne cerca de 2 mil pessoas no Recife

A Marcha da Maconha 2011 reuniu no Recife cerca de 2 mil pessoas, de acordo com estimativa da Polícia Militar de Pernambuco. A manifestação respeitou o horário e roteiro acordados com o Ministério Público estadual, que quis evitar a proximidade com um evento infantil organizado pela prefeitura, no mesmo bairro do Recife Antigo. O carro de som deu volume às primeiras palavras de ordem às 15h, e a manifestação foi acompanhada de perto por aproximadamente 30 policiais.
Ao encontrar os organizadores do protesto, o major Djalma e o major Antônio Silva Filho informaram que o Ministério Público garantiria o direito deles se manifestarem, mas ninguém poderia fazer uso de drogas. Não houve registro de incidentes durante as duas horas em que a marcha percorreu ruas e pontes entre os bairros do Recife Antigo e de São José.
Em certo momento, os manifestantes vaiaram a Justiça de São Paulo pela proibição da marcha na capital paulista. Em seguida, eles aplaudiram o Ministério Público de Pernambuco "que conhece as garantias da nossa Constituição", afirmaram pelo carro de som. Mensagens favoráveis ao debate sobre a legalização e a descriminalização da droga eram proferidas no microfone. Os organizadores seguiram as orientações dos policiais e avisavam pelo sistema de som que não era para ninguém fumar ou portar maconha.
A cerca de 2 km de distância, ocorria um ato contrário à manifestação pela legalização da droga, a marcha da família, convocada por deputados estaduais da bancada evangélica. Na estimativa do major Filho, a marcha da família reuniu cerca de 1,5 mil pessoas. Eles se concentraram na Assembleia Legislativa, percorreram algumas ruas e se dispersaram depois de se ajoelharem na rua da Aurora, próximos ao estuário do rio Capibaribe.
São Paulo
No sábado, em São Paulo, ocorreu uma manifestação similar. Aproximadamente 700 pessoas se reuniram no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) para realizar uma passeata pela liberdade de expressão. O evento, que inicialmente seria pela legalização da maconha, foi alterado após uma decisão judicial que impedia qualquer menção à droga.
Ao menos três pessoas foram detidas, após a polícia determinar o fim do encontro. Bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo foram usados nos protestantes para dispersar a multidão
Fonte: Terra
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