sábado, 4 de junho de 2011

Marcha da Maconha é proibida no DF e vira ato por liberdade

Começou por volta das 16h30 em Brasília a Marcha pela Liberdade de Expressão, que substitui a Marcha da Maconha, proibida pela Justiça.
Cerca de 500 manifestantes marcham da catedral da cidade ao Congresso Nacional, com gritos como "Ei, polícia, pamonha é uma delícia" e "Dilma Rousseff, legalize o beck".

Todos foram revistados pela polícia, que enviou 12 carros e quatro micro-ônibus da PM para garantir que a Marcha da Maconha não acontecesse. Em negociação, foi permitido um ato pela liberdade de expressão.
Os cartazes que tinham menções à maconha precisaram ser refeitos.

"Estamos sendo reprimidos pela possibilidade de um crime que sequer foi cometido", diz o advogado do movimento, Mauro Machado.
A Marcha da Maconha foi proibida pelo desembargador João Timóteo de Oliveira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, sob o argumento de que seria apologia às drogas.

SÃO PAULO

Em São Paulo, um protesto contra a a proibição da Marcha da Maconha aconteceu no último dia 2. A marcha também foi transformada em um ato pela liberdade de expressão, depois da proibição pela Justiça.
Na ocasião, cerca de cem policiais militares, a maioria da Tropa de Choque, estavam no local e houve confronto. Com balas de borracha e bombas de efeito moral, a PM perseguiu por 3 km os manifestantes. O repórter da TV Folha Felix Lima foi agredido e teve seu equipamento danificado pela Guarda Civil Metropolitana. Seis pessoas foram detidas e ao menos duas se feriram. Os detidos foram liberados no início da noite.
No dia 28, uma Marcha pela Liberdade reuniu cerca de 4.000 pessoas.

Para ver as fotos, Clique aqui.

Fonte: Uol

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