O texto da ABRAMD “Maconha: uma visão muldisciplinar" nasceu como resposta a um texto publicado pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) em outubro de 2005 intitulado “Consenso sobre a Maconha”.
Os autores do texto da ABRAMD afirmaram no lançamento do documento que o parecer da ABP foi motivado por interesses mais ideológicos do que científicos. O texto original foi criticado por operar um reducionismo farmacológico num debate cuja natureza é eminentemente interdisciplinar.
De acordo com os membros da ABRAMD, o parecer da ABP estranhamente omitiu os reconhecidos benefícios médicos de produtos derivados da Cannabis, adotados em diversos países, em tratamento de doenças como glaucoma, AIDS, câncer e escleroses múltiplas. Para o professor Elisaldo Carlini, do CEBRID, é “anti-ético privar um doente de acesso a um tratamento que possa aliviar a sua dor”. Lembrou-se, à propósito, que o cérebro humano possui um sistema canabinóide endógeno, o que abre perspectivas importantes para a correta compreensão do uso da afamada planta. (...)
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