por Marco Hollanda
O nobre deputado, que também é radialista, apresentador de televisão, teólogo e animador, defensor da proibição por conta do potencial alucinógeno da planta. No projeto de apenas três páginas os tais efeitos da sálvia são apresentados de forma genérica, já que no teor da justificativa não consta uma única referência científica sobre o assunto.
Ao que parece o texto foi construído com base em relatos usuários – provavelmente retirados da internet – que falam em “perda da coordenação física, alterações visuais, riso incontrolável, confusão, distúrbios sensoriais, medo, terror, pânico, dor de cabeça, perda na capacidade de controlar músculos, dificuldade em manter o equilíbrio, entre outros.”
Fonte: Hempadão
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