Grupos em prol da legalização do consumo de drogas lideram a manifestação. Ela foi criada por causa da repressão policial à Marcha da Maconha no dia 21 de maio. Eles declaram, no entanto, que não formam uma Marcha da Maconha reeditada, porque a pauta também tem reivindicações de ciclistas, músicos, homossexuais e minorias e exige a liberdade de expressão.
Integrantes da Marcha da Maconha prometem exibir cartazes e cânticos para levar o debate sobre as políticas públicas de drogas às ruas.
O “bloco da Maconha” ainda estará presente na Parada Gay na Avenida Paulista, marcada para o dia 26. Eles confirmaram a realização de uma segunda edição da Marcha da Maconha no dia 2 de julho na capital paulista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: O Estado de S. Paulo.
HAHA, agora quero ver PM bater nos manisfestantes.
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